Quem somos

LINHAS DE AÇÃO

ProTextos – grupo composto por docentes/investigadores de todos os  ciclos do Ensino Básico, do Secundário e do Superior . A nossa atividade – em todos os ciclos do Ensino Básico, no Secundário e Superior – inscreve-se no campo da Didática da Escrita de Português Língua Materna (PLM) e Português Língua Não Materna (PLNM). Afiliando-se com os princípios do Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart), o grupo move-se em diferentes espaços e concilia abordagens teóricas pluridisciplinares coerentes com a complexidade da escrita,   nomeadamente com os seus aspetos sociais, processuais e pessoais. Assim sendo, focamo-nos no desenvolvimento longitudinal dos sujeitos na produção escrita e, como tal, implementamos práticas de formação e ensino conducentes a uma aprendizagem promotora dessa progressão e que considere: i) géneros textuais escolares e não escolares; ii) modelos cognitivos de (re)escrita e revisão textual; iii) a relação dos sujeitos com a escrita.

Temos, portanto, construído conhecimento sobre esta tríplice dimensão integrada no processo de desenvolvimento da escrita dos estudantes, pelo que trabalhamos a partir das seguintes problemáticas:

i) as vozes dos alunos sobre a produção escrita em diferentes níveis de ensino;

ii) a formação de Professores numa lógica de interação entre ciclos de ensino;

iii) a produção de textos pelos mesmos alunos em momentos diferenciados (no mesmo ano e/ou em diferentes anos de escolaridade);

iv) os escritos de uma turma ao longo do 1.º ciclo;

v) os programas de intervenção numa lógica de trabalho com sequências de ensino orientadas por géneros de texto;

vi) os manuais e a progressão de um mesmo género – apreciação crítica.

Nestas linhas de investigação/atuação, destacamos alguns contributos do trabalho do grupo (ver “Publicações e recursos” link): o dispositivo “sequência de ensino” de diferentes géneros de texto e instrumentos didáticos multimodais; um corpus considerável de textos dos alunos – versões iniciais (anteriores a uma intervenção programada) e finais; dados de um questionário nacional sobre práticas de escrita obrigatória e livre dos jovens; reflexão sobre gestos didáticos no ensinar a escrever.